não tenho nada! Nada! Mas a dor continua lá!
Logo tenho consulta! A sorte é que o médico é corredor e de certeza vão vir conselhos para voltar à corrida!
Têm sido uns meses engraçados em termos médicos! Tem que ter direito a um post sozinho!
não tenho nada! Nada! Mas a dor continua lá!
Logo tenho consulta! A sorte é que o médico é corredor e de certeza vão vir conselhos para voltar à corrida!
Têm sido uns meses engraçados em termos médicos! Tem que ter direito a um post sozinho!
Pois é verdade!
Em Janeiro e Fevereiro tenho zero km! Ainda tenho 3 corridas no tapete, mas isso não conta.
A fisioterapia está parada (Sou o pai que fica em casa a tomar conta da filhota!)! Assim o meu joelho está em stand-by. E não me parece que possa retornar tão cedo à fisioterapia!
Ainda pensei começar a fazer uns exercícios de fortalecimento, mas entre a filhota, o portátil e o telefone do trabalho, não dá para muita coisa!
Melhores dias virão! A ver se não estrago o restante (questão do peso) com este “muitos! dias cofinado em casa!
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2020 está a acabar! Finalmente podemos dizer…
O 2020 foi um ano verdadeiramente negro. O covid-19 veio mudar por completo a nossa rotina e alguns casos alterar as nossas vidas. Espero que tenhamos aprendido muito com toda esta situação.
Em termos de corrida, foi um cancelar de provas e por aquilo que estou a ver no primeiro semestre de 2021 não vamos ter lá muitas provas e mesmo que as haja acho que não me vou sentir seguro a 100% para participar (se elas tiverem o mesmo número de participantes que tinham antes).
Mas nem tudo foi mau neste 2020! Com o covid e o isolamento forçado de Março fez com que alterasse os meus hábitos (como expliquei neste post ). E estava tudo a correr bem até ao final do mês de Novembro (mas já la chego).
O strava informou-me, por este dias, que em 2020 tive 103 dias activos. Não é mau para o corredor medíocre como eu. Fiz o verdadeiro esforço para me levantar cedo, correr mais vezes durante a semana. Já estava a variar o tipo de treinos que fazia (até já tinha feito o teste dos 3000m). E pensava eu que conseguiria ter mais uns quantos dias activo, até estava inscrito na São Silvestre de Lisboa e pensava em correr os meus 5k no último dia do ano (e claro correr no dia 01/01 os primeiros 5k do ano).
Mas no final de Novembro/inicio de Dezembro em 3 corridas básicas comecei a sentir dor no joelho direito, o que me levou ao médico fisiatra! E o diagnóstico foi rápido: Síndrome da banda iliotibial! Fisioterapia e nada de correr até ordens em contrario.

2020 acaba já hoje! Que o 2021 seja um ano com saúde,muita saúde, porque é com ela que podemos fazer todo o restante. Em 2021 (depois de tratada a minha lesão) tenho que escolher uma prova alvo. Como faço 42 anos em Maio talvez uma maratona?! Ou é muito cliché? Hoje enquanto espero pela meia noite penso nisso!
Um excelente 2021 a todos!
Agora corro pela fresquinha! Mas não é fácil conciliar a vida profissional, familiar e a corrida, muito menos quando se tem uma filha de 17 meses!
Viver em Fafe e trabalhar em Gondomar não torna fácil encaixar a corrida. As viagens de casa – trabalho e vice-versa são demoradas e perco muito tempo. Depois o pouco tempo que passo em casa são dedicados à miúda (e para dar uma folga à mãe que bem merece!). Assim só me restava a solução de correr logo de manhã.
Eu sempre fui daqueles que disse que correr de manhã não era para mim, que as manhãs eram para dormir, e mais uma serie de desculpas! Mas a realidade é que eu só corro de manhã! 06h da manhã e toca o despertador, 06h10 estou a sair porta fora para fazer os meus 05km.
Enquanto foi verão a coisa foi pacífica, o sol já estava a nascer, a temperatura era amena, não chovia! Agora com a entrada do outono as coisas mudaram! Às 06h é noite cerrada (até já dei uso ao meu frontal), está mais frio e já apanhei um dia em que estava a chuviscar! Acho que aqui começa o verdadeiro desafio, correr com frio e com chuva! Nesses dias o quentinho da cama vai chamar e nessa altura vou ver se sou verdadeiramente forte.
O objectivo definido são 3 corridas por semana! Nada ambicioso e perfeitamente atingível.
Que não falte a vontade!
A 16 Março a minha vida teve uma paragem bruta! Deixei de sair de casa para ir para o trabalho, deixei de sair casa para ir correr, deixei simplesmente de sair de casa! E essa situação durou quase até ao final de Abril. E aí pelo meio tive um teste ao COVID-19 (que deu negativo!).
Com o sedentarismo, forçado, podem pensar que houve aumento de peso. Mas na realidade não houve. Houve até o começo de diminuição! E isso conteceu por uma série de motivos.
E no meio disto tudo, estou muito mais leve e a fazer as minhas corridas logo de manhã cedo!
O que está a faltar são as provas! Já as há! Mas está a faltar a confiança e o sentido de segurança para participar nelas!
Cada vez vejo mais pessoal a ficar “mordido pelo bichinho” do Trail Running.
O trail tem cada vez mais praticantes, mas mesmo assim lá de vez em quando vem a pergunta: “Tu fazes trail?! Porquê?
Estas são as minhas razões para praticar e gostar de trail!
Espero que essas razões te façam querer experimentar, se ainda não o fez, ou continuar se já tiveres sido “mordido”!
A Barkey Marathons foi cancelada. Mais uma vitima da COVID-19.
The 2020 Barkley Marathons has been canceled. #BM100— Keith (@keithdunn) March 16, 2020
O evento, que tem lugar no Frozen Head State Park no Tennesse (USA), requer uma endurance de ultrarunning, a capacidade mental de orientação e a resiliência para uma interminável “caça ao tesouro”. Os corredores devem completar 5 voltas de 32km coleccionado paginas de 14 livros escondidos no percurso. E isto tudo feito em menos de 60 horas.
Agora temos que estar atentos se outros eventos, tal como a Western States Endurance Run e o UTMB também vão ser afectados pelo COVID-19
O sorteio para o UTMB já foi! Ficaste de fora?! Mas queres muito correr nos Alpes. Vamos ter dar 5 alternativas ao UTMB

A Decathlon mudou a designação do seu segmento de Trail Running. De kalenji (que é a marca dedicada à corrida) passa para Evadict (evasão+adição). Nesta nova marca vão encontrar exclusivamente produtos destinados ao Trail Running.
Este processo está enquadrado numa estratégia da @decathlon em segmentar as modalidades por marcas e cumpre o objetivo de disponibilizar as melhores soluções para todos os amantes do trail running, qualquer que seja o seu nível.
https://www.decathlon.pt/Artigo/EVADICT
04h30 da manhã toca o despertador. Está na hora! São 2 horas de viagem equero chegar a Miranda do Corvo antes da confusão para estacionar o carro elevantar o dorsal.
Cafezinho rápido na área de serviço de Antuã, que parece ser o ponto deparagem dos participantes do Abutres que vêm do norte.
Com a chegada a Miranda estacionei mesmo ao lado do Mercado Municipal (centro nevrálgico da prova). Levantar o Kit demorou um pouco mais porque me esqueci do número do meu dorsal. Depois de uma pequena pesquisa no site da prova lá encontrei: Dorsal 2569!
Tempo de me preparar e para aquecer um pouco. O tempo estava uma maravilha, não seria necessário levar o casaco impermeável. Bastava uma camisola térmica e uma t-shirt. Agora restava ver em que condições estavam os trilhos. Na véspera tinham-se realizado os Ultra Trilhos do Abutres (UTA) e o Trilhos do Abutres (TA), choveu e estiveram muitos atletas a correr nos trilhos. De certeza que a lama iria ser mais que muita!
Quando me dirigia para a partida e para o controlo zero (havia material obrigatório: manta de sobrevivência e telemóvel totalmente carregado) o director de prova falou de alterações ao percurso, que eu não ouvi mas que vou sentir nas pernas mais tarde.
Dada a partida demos umas voltas pelo centro da Vila, subimos à Igreja matriz e descemos para entrar nuns passadiços que ladeiam o Rio Alheda. Rumamos depois para o parque Biológico da Serra da Lousã. Passagem rápida e até ao primeiro abastecimento ira ser terreno bastante rolante, que nem sempre foi porque em algumas secções engarrafava (single tracks e muito pessoal não combinam!)

Ao km 7,5 não apareceu o primeiro abastecimento (alterações que avisaram e eu não ouvi!!). O primeiro abastecimento só iria aparecer na Capela da Senhora da Piedade de Tábuas (quase km 10).
Entretanto passa por mim a Ester Alves, que na véspera tinha ficado em6º lugar feminino do UTA55 e estava a fazer o treino de recuperação. Duaspalavrinhas com ela e seguimos caminho!
No abastecimento da capela da Senhora da Piedade de Tábuas foi só enchero flask, comer um bocado de laranja e 2 bocadinhos de banana, coloco um gel nabolsa e siga! (nunca mais me lembrei que tinha esse gel na bolsa e fez-me muitafalta!). E logo à minha frente tinhas as famosas escadas.

Daí até ao Km 12.5 ia ser duro e técnico (íamos subir dos 234 metros de altitude até aos 730 metros). E logo no inicio tínhamos zonas com correntes presas às pedras para nos agarrarmos. Em algumas zonas parecíamos “cabras”. As minhas pernas sentiram muito essa subida (aqui senti a minha falta de preparação). Mas devo dizer que passei por zonas incríveis.


Com a descida para Gondramaz recuperei algum tempo. No abastecimento perdi pouco tempo (encher flask e comer 2 bocados de banana). Daqui para a frente começava mais uma parte super divertida. Single tracks, cascatas de agua e muitas cordas para passarmos de um sitio para o outro.


E aqui tivemos a lama, que tornava tudo muito mais perigoso! Vi algumas quedas, mas nada com importância! A mim também me calhou uma. Km 14 escorrego e vou de cu ao chão. Outro participante, que vinha atrás de mim, ainda tentou segurar-me mas não consegui e acabou por se magoar num dedo da mão esquerda (na meta encontrei-o a sair da assistência médica com gelo no dedo).
Mas a lama pior estava destinada para a zona de Espinho. Aí ela estava em todo o sitio. Chegou uma altura que preferi correr dentro de uma levada, feita de uma meia cana de cimento, do que correr na lama.
Quando entrei em Miranda o meu GPS já marcava 21km e até à meta marcaria 22,14km. Foram uns kms finais difíceis, as pernas doíam bastante! Mas a meta estava próxima, e lá apareceu um restinho de força e logo apareceu o mercado municipal e ao ver o pórtico da meta dos abutres fez-me esquecer as dores de pernas e apenas apreciar o momento.
Acabei o MTA em 03h36m e tive direito ao meu prémio finisher!

A Serra da Lousã foi tudo o que esperavas? Sim! Bonita, dura e técnica!
Adorei o Mini Trilhos do Abutres? Sim!
Tive dores nos dias seguintes? Sim!
Voltavas a fazê-lo? Onde me inscrevo?!
Dados Prova:
Equipamento utilizado: