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16 dezembro, 2022

O Natal está a chegar


O Natal está a chegar, e ainda vamos a tempo de comprar uma ou duas prendas para o amigo/namorado/companheiro que gosta e correr.

Eu uso bastante os produtos da decathlon, acho que são bons produtos e os preços são bastantes ajustados.

Assim tenho aqui algumas sugestões de presentes para o natal.

Ideias até 10 euros:

- Luvas (6,00€) https://tidd.ly/3W5PtEf

Agora com o frio é o melhor presente que podemos receber

 Ideias até 20 euros:

- Conjunto de massagem (17,00€) https://tidd.ly/3WitRUS

Depois do esforço físico nada como uma boa recuperação! 

- Calções Baggy de Trail Running (18,00€) 

São os meus calções preferidos! São os que eu uso! Calções com imensos compartimentos para arrumar coisas.

Ideias até 30 euros:

- Casaco de corrida com capuz (30,00€) https://tidd.ly/3WitRUS

Ideias um pouco mais caras:

- Relogio GPS KipRun 500 by coros (120,00€) https://tidd.ly/3v1aBQ0

Uma parceria entre a decathlon e a Coros trouxe um relógio muito bom e a um super preço   

 

Esta são apenas algumas ideias, mas o presente principal é o incentivo. Incentivo para sair de casa e ir correr! 

Boas festas


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11 junho, 2020

razões para fazer trail ... para mim pelo menos

Cada vez vejo mais pessoal a ficar “mordido pelo bichinho” do Trail Running.

O trail tem cada vez mais praticantes, mas mesmo assim lá de vez em quando vem a pergunta: “Tu fazes trail?! Porquê?

Estas são as minhas razões para praticar e gostar de trail!

  1. Combate a monotonia
    Alguns desportos são fontes de monotonia! O trail é tudo menos monótono! Durante uma corrida/treino de trail as possibilidade infinitas. Tu podes correr todos os dias do ano sem precisar de passar no mesmo local duas vezes. Novas paisagens, novos desafios. Basta apenas ter um pouco de espírito aventureiro!
  2. Aventura
    O Trail é um desporto curioso e aventureiro. A descoberta é a essência do desporto. Quantas vezes não seguistes um caminho desconhecido para ver onde ia ter? Isso acontece comigo! E muitas vezes encontramos no meio do nada, em lugares desconhecidos, maravilhas da natureza. Posso afirmar que um praticante de trail nunca se perde, ele descobre!
  3. O relógio pouco importa
    Quer em treinos ou corridas, para a maioria dos corredores de trail, o cronómetro pouco interessa. Quantos de nós podemos reivindicar um PR ou um pódio? Poucos! Eu falo por mim! O importante é terminar, divertir-me e no final sentir aquela sensação de superação do desafio! Primeiro ou último pouco importa! Além disso, conhecem mais algum desporto em que os outros participantes perguntem se está está tudo bem e param para ajudar? Perder tempo para ajudar um colega em apuros não é um problema.
  4. Adapta-se à tua agenda
    Tens uma hora? Não é problema! Uns 5 quilómetros curtos chegam. Meio dia livre? Uma bela excursão de 4-5 horas no monte preencherá perfeitamente as tuas necessidades. O Trail é um desporto à la carte. Muito ou pouco tempo, tu poderás negociar facilmente a duração da tua corrida!
  5. Trabalha o corpo inteiro
    Sim, como correr em geral, os membros mais “sacrificados” são as pernas. Mas a prática do Trail não para por aí. Subidas e descidas acentuadas, caminhos técnicos exigem muito do abdómen e da lombar. Acrescentar, a isso, o uso de bastões e todo o corpo está em funcionamento.
  6. Novas amizades
    Porque correr durante várias horas, inegavelmente te empurra, uma vez ou outra, para conversar com seus companheiros de corrida. Sente-te livre para conversar com essas pessoas! Talvez, uma delas, se possa tornar num dos teus melhores amigos. E o mais certo será reencontrar algum deles em outros trails.
    E depois há os grupos de trail. Cada vez é mais habitual ver nos trails, inúmeros, atletas com t-shirt de grupos de corrida. Juntar-se a um irá ter muitos benéficos para a sua vida social.
  7. Um desporto gourmet
    Quem nunca participou num trail em que os abastecimentos pareciam verdadeiros banquetes? Mesas com natas, bolas de berlim, pães com chouriço, bifanas, presunto, enchidos… Todas as calorias perdidas nos trilhos são logo recuperadas no final! A verdade é que este tipo de trail estão a desaparecer! Mas de longe a longe ainda aparece um assim!
  8. Beber cervejas
    Existe melhor razão do que beber umas cervejas no final da prova/treino? Não! É uma quase um ritual! Beber uma cerveja e conversar com os colegas de trilhos sobre as aventuras e desventuras do dia!
  9. Viajar pelo pais/mundo
    MIUT, Azores Trail Run, Abutres, UTMB, Transgrancanaria,… Como todos os desportos, o trail já abrange os quatro cantos do nosso país e do planeta. Mas, ao contrário de outros, tu tens acesso a ele! És livre de correr qualquer uma destas corridas, claro que a inscrição em algumas é bastante difícil!

Espero que essas razões te façam querer experimentar, se ainda não o fez, ou continuar se já tiveres sido “mordido”!

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11 fevereiro, 2020

Mini Trilhos do Abutres(MTA) 2020

04h30 da manhã toca o despertador. Está na hora! São 2 horas de viagem equero chegar a Miranda do Corvo antes da confusão para estacionar o carro elevantar o dorsal.

Cafezinho rápido na área de serviço de Antuã, que parece ser o ponto deparagem dos participantes do Abutres que vêm do norte.

Com a chegada a Miranda estacionei mesmo ao lado do Mercado Municipal (centro nevrálgico da prova). Levantar o Kit demorou um pouco mais porque me esqueci do número do meu dorsal. Depois de uma pequena pesquisa no site da prova lá encontrei: Dorsal 2569!

Tempo de me preparar e para aquecer um pouco. O tempo estava uma maravilha, não seria necessário levar o casaco impermeável. Bastava uma camisola térmica e uma t-shirt. Agora restava ver em que condições estavam os trilhos. Na véspera tinham-se realizado os Ultra Trilhos do Abutres (UTA) e o Trilhos do Abutres (TA), choveu e estiveram muitos atletas a correr nos trilhos. De certeza que a lama iria ser mais que muita!

Quando me dirigia para a partida e para o controlo zero (havia material obrigatório: manta de sobrevivência e telemóvel totalmente carregado) o director de prova falou de alterações ao percurso, que eu não ouvi mas que vou sentir nas pernas mais tarde.

Dada a partida demos umas voltas pelo centro da Vila, subimos à Igreja matriz e descemos para entrar nuns passadiços que ladeiam o Rio Alheda. Rumamos depois para o parque Biológico da Serra da Lousã. Passagem rápida e até ao primeiro abastecimento ira ser terreno bastante rolante, que nem sempre foi porque em algumas secções engarrafava (single tracks e muito pessoal não combinam!)  

engarrafamento….

Ao km 7,5 não apareceu o primeiro abastecimento (alterações que avisaram e eu não ouvi!!). O primeiro abastecimento só iria aparecer na Capela da Senhora da Piedade de Tábuas (quase km 10).

Entretanto passa por mim a Ester Alves, que na véspera tinha ficado em6º lugar feminino do UTA55 e estava a fazer o treino de recuperação. Duaspalavrinhas com ela e seguimos caminho!

No abastecimento da capela da Senhora da Piedade de Tábuas foi só enchero flask, comer um bocado de laranja e 2 bocadinhos de banana, coloco um gel nabolsa e siga! (nunca mais me lembrei que tinha esse gel na bolsa e fez-me muitafalta!). E logo à minha frente tinhas as famosas escadas.

final das escadas, com bastante apoio

Daí até ao Km 12.5 ia ser duro e técnico (íamos subir dos 234 metros de altitude até aos 730 metros). E logo no inicio tínhamos zonas com correntes presas às pedras para nos agarrarmos. Em algumas zonas parecíamos “cabras”. As minhas pernas sentiram muito essa subida (aqui senti a minha falta de preparação). Mas devo dizer que passei por zonas incríveis.

Com a descida para Gondramaz recuperei algum tempo. No abastecimento perdi pouco tempo (encher flask e comer 2 bocados de banana). Daqui para a frente começava mais uma parte super divertida. Single tracks, cascatas de agua e muitas cordas para passarmos de um sitio para o outro.

mais engarrafamento…
uma de muitas cascatas…

E aqui tivemos a lama, que tornava tudo muito mais perigoso! Vi algumas quedas, mas nada com importância! A mim também me calhou uma. Km 14 escorrego e vou de cu ao chão. Outro participante, que vinha atrás de mim, ainda tentou segurar-me mas não consegui e acabou por se magoar num dedo da mão esquerda (na meta encontrei-o a sair da assistência médica com gelo no dedo).
Mas a lama pior estava destinada para a zona de Espinho. Aí ela estava em todo o sitio. Chegou uma altura que preferi correr dentro de uma levada, feita de uma meia cana de cimento, do que correr na lama.

Quando entrei em Miranda o meu GPS já marcava 21km e até à meta marcaria 22,14km. Foram uns kms finais difíceis, as pernas doíam bastante! Mas a meta estava próxima, e lá apareceu um restinho de força e logo apareceu o mercado municipal e ao ver o pórtico da meta dos abutres fez-me esquecer as dores de pernas e apenas apreciar o momento.

Acabei o MTA em 03h36m e tive direito ao meu prémio finisher!

finisher…

A Serra da Lousã foi tudo o que esperavas? Sim! Bonita, dura e técnica!
Adorei o Mini Trilhos do Abutres? Sim!
Tive dores nos dias seguintes? Sim!
Voltavas a fazê-lo? Onde me inscrevo?!

Dados Prova:

Equipamento utilizado:

  • Sapatilhas: Nike Air Zoom Wildhorse 4
  • Calções: kalenji
  • T-shirt: T-shirt aiquemedoi (trail | beer | party)
  • Meias: kalenji
  • Caneleiras de compressão: Compresssport R2 v2
  • Soft flasks: Salomon 2x 250ml
  • Bolsa: kalenji porta flasks 2x 250 ml
  • Hidratação: Tailwind Nutrition Endurance + Tailwind Nutrition Rebuild
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03 julho, 2019