05 maio, 2018

09 de Setembro de 2017


09 de Setembro de 2017! A data para não esquecer tão cedo!
E o que se passou a 09 de Setembro? 
Vou contar desde o início.
Faço anos de casado a 10 de Setembro. E para festejar o primeiro ano de casamento eu e a minha esposa decidimos passar o fim-de-semana fora. Escolher um bom hotel e aproveitar!
Depois de muita procura na internet lá marcamos hotel (Monte Prado Minho em Melgaço). 
Qual é a segunda coisa que se faz quando se tem o gosto de correr? Procurar um sítio para correr! E claro, que tinha de haver um sítio perfeito para correr! Os passadiços do Rio Minho, que passavam mesmo junto ao Hotel.
No sábado de manhã, depois de um bom pequeno-almoço, foi hora de sair do Hotel e explorar Melgaço. O centro da vila é muito engraçado, vale a pena perder o tempo e passear pelo casario. Vale igualmente o tempo uma visita à torre de menagem do castelo (a vista do cimo é divinal).
Foi hora de rumar até Castro Laboreiro para almoço e visitar o castelo. 
Para chegar ao Castelo é necessário andar quase 01 km, que depois do excelente almoço veio mesmo a calhar.
Depois de mais umas voltas a explorar a serranias de Melgaço, foi altura de voltar para o Hotel. Chegados ao Hotel havia duas hipóteses: ir correr ou ir aproveitar a piscina interior do Hotel. Claro, que escolhi as duas, ou melhor planeei, correr e depois fazer um pouco de piscina.
Calções vestidos e sapatilhas nos pés estava na hora de me fazer ao caminho. Depois de sair do hotel foi só virar à esquerda e descer um caminho de terra batida e encontrei os passadiços de madeira que acompanham o rio Minho. Logo no início da corrida quando fazia a transição, num estradão de terra, de um passadiço para o outro coloquei mal o pé esquerdo e entrose! Senti logo que não seria um simples entorse. Olhei para o pé e vi logo que estava super inchado. Nem um Km tinha feito (https://www.strava.com/activities/1190219720)!
Depois foi o arrastar até ao quarto de Hotel e colocar gelo para ver se a coisa melhorava e tomar um anti-inflamatório. (assim esperava eu). Como continuava muito inchado foi hora de descobrir onde era o serviço de urgência com serviço de imagiologia mais próximo. A sorte é que o centro de saúde de Monção tem urgência com imagiologia e são apenas 25km. Hora de fazer um raio-X (ou chapa como disse o médico espanhol que me atendeu) vieram as boas notícias. Nada partido! Meio aliviado.
Claro que foi um resto de sábado muito agradável. Sem falar do domingo (dia de aniversário de casamento) em que não aproveitamos nada. Basicamente foi sair de Melgaço, almoçar em Arco de Valdevez e rumar a Fafe, porque eu coxo não dou para muito! 



Esqueci-me de referir, que no meio disto tudo, a minha sorte é que sou casado com uma fisioterapeuta e trabalho para uma clínica de fisioterapia.
Segunda-feira de manhã foi altura de enviar mensagens ao chefe e aos colegas de trabalho a contar o que me tinha acontecido e ir ao médico fisiatra para ser avaliado. Diagnóstico do médico: Entorse do tornozelo grau II. Uma semana, mínimo, de descanso com o pé sempre ao alto. Fazer descarga com o uso de 2 canadianas. Nova consulta marcada para uma semana depois. Como a minha esposa é fisioterapeuta tive durante uma semana tratamentos bi-diários ao domicílio. Massagem de drenagem para diminuição do edema.

Passado uma semana já se viam as melhorias no meu pé

Nova consulta e indicação para fazer fisioterapia. E a marcação de uma Ressonância Magnética para ver a dimensão do estrago.
Resultado da ressonância: 
- Contusão óssea no colo do astrágalo e maléolo interno.
- Rotura do ligamento taloperonial anterior. Estiramento do ligamento calcaneoperonial.
- Sinais de contusão do ligamento deltoide.

- Derrame articular tibiotársico. 

Afastado de toda actividade física durante 4 meses. E assim passei o mês de Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro e parte de Janeiro. Durante esse tempo deixei de participar na Rota dos Castelos 2017 (BTT) e participar no Christmas Trail Amarante e no Trilho dos Abutres. 
Aliás o meu médico recomendou-me deixar de correr em terrenos instáveis (participar em trails), porque a lesão no meu tornozelo criou uma instabilidade que me torna mais suscetível a fazer entorses (e que voltei a fazer, mas isso fica para outro dia!!).

Depois da alta da fisioterapia veio o plano de recuperação para a corrida, mas isso é outro post!
 
 

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20 dezembro, 2017

Presentes para o Natal 2017


Conjunto de ideias para oferecer a quem é praticante de Trail Running ou a alguém que se está a iniciar no Trail. Alguns produtos já tive a oportunidade de testar. Os outros estão na lista curta para aquisição!!


- Bolsa para telemóvel estanque: 6,00€
bolsa telemóvel estanque


















São extremamente praticas estas bolsas, não tenho este modelo, mas tenho duas parecidas com esta. Perfeitas para colocar o telemóvel e uma nota para as emergências!



- Copo compactável: 9,99€
 Copo compactável














A maioria dos trails já não fornecem copos nos abastecimentos (medida mais que necessária para diminuir o lixo nos trilhos) e este copo é uma maravilha. Colapsa e cabe em qualquer espaço da mochila.

- Soft Flask 250 ml:14,99€


Soft Flask


















 São os meus flasks de eleição. Tenho dois! geralmente num transporto agua no outro um isotónico.

- Calções Baggy Trail Running: 17,00€

Calções Baggy Trail Running











Este são os calções que mais gosto. Bastantes leves e com bastante arrumação. Bolsos na parte frontal e na traseira. Costumo levar no bolso da frente um soft flask e no bolso traseiro o telemóvel. No bolso da frente ainda tem um bolso com um fecho que é perfeito para levar a chave do carro.

- Meias Gococo Trail Running: 19,90€
Gococo Trail Running 


Meias são sempre o presente desejável por todos.


- Mochila Aonijie 5L: 45,00€
Aonijie 5L

















Já vi muitas reviews sobre esta mochila e todas boas. Façam uma busca no YouTube! Esta é a minha próxima compra.
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19 dezembro, 2017

How to trail Run - Trainning

CONSTRUCTING A TRAIL RUNNER 

When constructing a trail runner, the goal is to build up in a way that prevents breakdown. It helps to think of your running training like building a house. You start at the foundation. Yet far too often, trail runners skip this essential step, and they are left thinking that injuries and burnout are common, rather than preventable.


The Foundation—Aerobic Development

The foundation of trail running is aerobic development from consistent, easy miles. Aerobic running is lower intensity, meaning the muscles have enough oxygen to perform using aerobic metabolism. Primarily, aerobic running burns fat, rather than carbohydrates, allowing the body to become more efficient with this readily available fuel source. At aerobic paces, you should be able to hold a conversation. The benefits of aerobic running are threefold:
• First, it improves how efficiently your body pumps blood and oxygenates working muscles, which will make you faster at all effort levels.
• Second, it builds strength in muscles, tendons and bones. That strength is essential for preventing overuse injuries.
• Third, it is fun and sustainable—since it shouldn’t ever hurt, it’s easier to stay on target and train consistently. 


 The Cement—Running Economy

While the foundation is built with aerobic running, it is held together with running economy. Running economy is the amount of energy it takes to run a given pace—good running economy means you don’t have to work hard to hold faster efforts. One of the main goals of running training is to improve running economy to the point that fast running feels effortless.
Consistent aerobic running with good form is the main way to improve running economy. The other way to improve running economy is by incorporating fast strides into normal runs. These efforts—between 15 and 30 seconds, on a hill or flat—are low-risk, high-reward. They build strength and aerobic capacity, with the added benefit of teaching your body that fast doesn’t need to be hard. Add short, fast strides to consistent aerobic running and you can learn to train, not strain. In the process, you can get fast without really even trying that hard.


The Frame—Resilience

Resilience over a specified distance relates to the specific demands of trail running—often, trail runners are playing like kids on mud and mountains. The upside of playing like a kid is that it mixes up movement patterns, which reduces injury risk.
The downside is that the unique stresses of trails ask more of your body’s musculo-skeletal system—more athleticism, more strength and more ability to use multiple movement patterns over an extended time. You build resilience by running hills, running long and doing workouts. Think of resilience as the frame, providing structure and stability to your house.


The Walls—Endurance

Endurance is the ability to run for an extended time, like resilience, but related to your aerobic capacity rather than your musculo-skeletal durability and strength. Consistency will get you most of the way, but you still need to run long and practice running at aerobic threshold—an effort that is not purely conversational, but not hard either.
Think of endurance as the walls of your house—you can’t last on endurance alone, but you also can’t last long without it. Thus, with these elements, your fitness house is mostly complete, with a foundation, beams and walls. You could live in it, but it’s not perfect.


The Additions—Lactate Threshold and VO2 Max


That is where hard workouts involving lactate threshold and VO2 Max come in. Lactate threshold is the effort that you can sustain for an hour—think talking in clipped sentences, and feeling a bit of a burn in your legs if you hold it for longer than a few minutes.
VO2 Max is an effort you can hold for around 10 minutes (it varies by individual)—think a respiration rate where you can’t say more than a word or two at a time. Both of these workouts can lead to big fitness gains, but they come with higher injury risk. With this huffing and puffing, it is essential not to blow the house down.
Hard workouts involving lactate threshold and VO2 Max are the fancy elements of the house—the marble staircases, opulent additions and in-ground swimming pools. You can live without them, but they can take your training “house” to a whole new level.

Artigo publicado em Trail Runner Magazine
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14 dezembro, 2017